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Repaginada no Jockey Clube de São Paulo

19/04/2011

Em seus dias de esplendor, o Jockey Club de São Paulo recebia nos grandes prêmios apostadores elegantes e senhoras da alta sociedade.  O dress code era impecável. Eles, com ternos bem cortados e completos. Elas, emolduradas por vestidos da moda e chapéus que não deviam nada às ladies da nobreza britânica na Royal Ascott — o evento mais chique do turfe mundial, realizado todo ano, em junho, na Inglaterra. Todo esse glamour ficou como uma lembrança do século passado. Atualmente, as dependências do hipódromo paulistano são ocupadas basicamente por um punhado de fiéis apostadores e frequentadores de bazares e feiras de decoração.  Apenas o paletó ainda é exigido dos homens, mas somente nos salões e tribunas reservados aos sócios.

Agora com a eleição de Eduardo Rocha Azevedo para a presidência do clube quatrocentão que parou no tempo ele promete que a elegancia será resgatada. Entre um mandato e outro, criou a BM&F, em 1986. Afastado dos pregões, Rocha Azevedo, hoje com 61 anos de idade,  quer recuperar a importância do Jockey Club de São Paulo, o segundo maior do País em atividade turfística, do qual é sócio desde agosto de 1975. Empolgado com a novíssima função, Rocha Azevedo vislumbra um futuro empresarial para o clube da elite paulista.

Presidente criador: Rocha Azevedo exibe, todo orgulhoso, sua égua puro-sangue inglês Facamp, batizada em homenagem à instituição de ensino da qual é sócio

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